Blá blá blá de domingo, parte 1
Como qualquer mulher sempre tive medo de envelhecer. Mas afinal o que é envelhecer?
Será que é viver intensamente cada dia? É incrível como desde novembro passado sou capaz de lembrar cada passo, cada final de semana, cada sorriso e cada lágrima. Em detalhes!
Muitos anos se passaram apenas como vagas lembranças. E pela primeira vez posso falar de boca cheia: sim, eu estou vivendo. E amando!
Amando o trabalho. Amando uma pessoa especial. Amando cada passo. Amando a vida.
Não que eu não tenha dor e até parece que mil minhocas aparecem de vez enquando. Mas, aprendi a lidar com esses imprevistos. E a melhor sensação é poder olhar pra trás e abrir o sorrisão na certeza que os "tais imprevistos", já eram.
Alguém já parou pra pensar como o "ser humano" gosta de sabotar a sua própria felicidade?
Fala a verdade! Um dia que o telefone não toca, ou uma palavra meio que mal interpretada já bastam pra ir do paraíso ao inferno em 3 segundos.
Já cansei de fazer isso. Literalmente, cansei! Hoje a minha única obrigação é ser feliz.
E o telefone que não tocou? Amanhã ele toca...